Seguro de vida: despesa ou investimento?

O maior objetivo do seguro de vida é trazer segurança para seus beneficiários e, até mesmo, para sua própria segurança. Então eu faço uma pergunta: se a partir de hoje você perdesse sua capacidade física ou acontecesse a infelicidade de uma ruptura em sua vida, o que aconteceria com as pessoas que dependem de você?

Exatamente nesta reflexão que entendemos que o seguro é um grande investimento e, em nenhum momento, pode ser chamado de despesa.

Quando bem analisamos, percebemos que não existe diferença em adquirir o seguro de um carro ou de um imóvel. Ao mesmo tempo que você não pretende usar o valor deste investimento, a qualquer hora pode acontecer um sinistro e a melhor forma de se proteger financeiramente é o seguro.

Então, vale a pena ter seguro de vida? É claro que sim! É um investimento de imensa importância até mesmo para que você possa incluir em sua reserva financeira.

Falando em reserva financeira, caso você não tenha uma até o exato momento, o seguro torna-se fundamental. À medida que sua reserva financeira cresce, o seguro pode ser de um valor inferior, pois é, também, a reserva financeira que traz a capacidade de sua família ou sua de dar continuidade na organização da vida, caso aconteça algo que interrompa os seus planos.

Planejamento financeiro, organização financeira, realização de sonhos, construção de família, estruturação profissional, todas essas citações são componentes vazios caso não haja segurança financeira, ou seja, ser precavido, ser seguro de que todos, incluindo você, tenham maneiras de dar continuidade à vida. Estabelecer metas para o futuro é incluir a segurança de sua própria vida.

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