Sal light faz bem a saúde?

Rico em sódio, o sal de cozinha é utilizado há milhares de anos na conservação de alimentos. Ele é a especiaria obrigatória na hora de fazer a comida, pois realça o sabor dos alimentos, tem custo acessível e é fácil de encontrar.

Porém, ele vem sendo considerado vilão, já que o seu excesso pode elevar a pressão arterial. Com isso, o Ministério da Saúde e a Associação das Indústrias de Alimentação (ABIA) pretendem retirar mais de 20 toneladas dessa substância das prateleiras, já que ele está presente em uma lista de alimentos que inclui desde salgadinhos até água mineral.

Fique de olho no rótulo dos alimentos

Significa que você deve ficar de olho no rótulo dos alimentos e evitar aqueles que contenham sal, sódio, cloreto de sódio ou glutamato monossódico como primeiro ingrediente (na lista de ingredientes). Isso porque, a lista respeita a ordem do composto que tem mais para o que tem menos.

Economizar no sal de cozinha também é importante, visto que em uma colher de café do tempero (aproximadamente um grama) encontramos 400mg de sódio, praticamente um quinto da quantidade permitida por dia (2400 mg).

Nem sempre trocar pela versão de sal light é a melhor escolha

E nem sempre trocar pela versão light, que carrega menos sódio (em média 50% menos sódio), será vantajoso, pois o cloreto de sódio é substituído por cloreto de potássio e esse composto é contraindicado em pacientes que possuem algum comprometimento renal, os quais muitas vezes não apresentam sintomas da doença, um problema comum entre hipertensos e diabéticos.

Na dúvida, o ideal é utilizar uma quantidade pequena de sal convencional, não usar caldos de carne prontos e caprichar nas ervas frescas e desidratas para temperar os alimentos.

 

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